11 de Setembro de 2001: Os cinco portugueses que morreram no ataque às Torres Gémeas

António Rocha, Carlos da Costa, João Aguiar, Manuel da Mota e António Carrusca Rodrigues foram vítimas do ataque terrorista.

11 de Setembro de 2001, marca o dia sangrento que ninguém esquece.

O atentado às Torres Gémeas, em Nova Iorque, provocou a morte a três mil pessoas, de 80 nacionalidades. Cinco das vítimas eram portuguesas.

António Rocha, Carlos da Costa, João Aguiar, Manuel da Mota e António Rodrigues não sobreviveram ao atentado.

João Aguiar e António Augusto Tomé Rocha encontravam-se no interior do World Trade Center e ainda conseguiram ligar às companheiras antes de morrer.

João Aguiar Costa “era há duas semanas vice-presidente da empresa de corretagem e gestão de património onde trabalhava, que funcionava no 87.º andar da torre sul”, segundo a agência Lusa.

Tinha 30 anos. Quando o primeiro avião chocou contra a torre norte telefonou à namorada. Fugiu mas voltou para trás para ajudar os trabalhadores de uma outra empresa. Morreu quando o segundo avião chocou na segunda torre.

António Augusto Tomé Rocha estava na torre norte. Tinha 34 anos e trabalhava na empresa Cantor Fitzgerald Securities.

Conseguiu ligar à mulher momentos antes de morrer. “Um avião bateu contra o World Trade Center, há fogo, muito fumo, mas não te assustes…”, escreveu a agência Lusa.

Manuel da Mota, de 43 anos, dirigiu-se às Torres Gémeas para uma reunião de trabalho. Tinha chegodo dois minutos antes do embate.

Carlos da Costa, de 41 anos, e António José Carrusca Rodrigues, de 36, eram colegas. Trabalham na autoridade marítima de Nova Iorque.

Tentaram ajudar outras pessoas a sair do local. Carlos foi visto a tentar retirar pessoas que tinhaM ficado presas dentro do elevador. O corpo do português foi encontrado mais tarde. Já António estava a abandonar o local no momento em que a torre desabou e o atingiu.

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