Depois de algumas polémicas o Cigarro Eletrónico veio para ficar

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estudoIndependentemente do termo escolhido, este é um fenómeno que veio para ficar.

Após o aparecimento quase desenfreado de lojas de cigarros electrónicos que ocorreu nos anos de 2009/2014,em 2015 e 2016, assistiu-se ao encerramento de uma boa parte das mesmas.

A crise no sector foi então motivada, essencialmente por notícias falsas e alarmistas por parte de alguma comunicação social mais facilmente influenciável pelos inúmeros lóbis com interesses económicos relacionados com o tabaco.

Desde a própria indústria do tabaco, passando pela indústria farmacêutica, tendo esta grandes interesses económicos nos tratamentos das inúmeras doenças decorrentes do consumo de tabaco.

Em concertação ou não, de tudo fizeram para colocar em causa o lado muito menos agressivo e prejudicial de vaporizar, face ao hábito de fumar.

Apesar de toda a contra-informação que foi poluindo a opinião pública, também foram surgindo alguns estudos de entidades credíveis, tais como, o elaborado pelo The Royal College of Physicians, sendo a opinião deste bastante favorável ao uso do cigarro electrónico como forma de deixar de fumar.

Depois de algumas polémicas o Cigarro Electrónico veio para ficar

Neste estudo as conclusões são inequívocas, vaporizar é cerca de 95% menos prejudicial ao organismo em comparação com o uso do cigarro convencional em que o tabaco sofre uma combustão, durante a qual são libertadas milhares de substâncias nocivas, o que não acontece nos vaporizadores.

No sector da saúde mundial também se têm levantado vozes defensoras deste método como sendo uma alternativa muito mais saudável ao cigarro, tais como o Doutor Konstantinos Farsalinos, cardiologista Grego com artigos e estudos exaustivos a favor do “Vaping”.

Mais recentemente a própria tabaqueira veio assumir publicamente a intenção de deixar de fabricar cigarros convencionais e passar única e exclusivamente para o cigarro eletrónico em poucos anos, anúncio este que veio legitimar ainda mais a escolha deste método.

Se para alguns, este método serve exclusivamente para deixar de fumar, para outros será uma moda, para além destes dois grupos, existe ainda um número cada vez maior de utilizadores para quem é sobretudo um hobby e até um “lifestyle”.

Dado o fenómeno mundialmente crescente, ao qual Portugal não é exceção, com inúmeras lojas especializadas um pouco por todas as cidades do país, tome-se como exemplo a Vaporiz’arte, uma das principais referências nacionais nesta área desde 2014, poder-se-á dizer que este fenómeno veio para ficar.

Texto de Carlos Silva

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