Alunos repreendidos pelos diretores depois de tirarem fotos a comida

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As fotografias tiradas por alunos aos alimentos das cantinas escolares começaram a correr as redes sociais e os diretores das escolas estão agora a punir quem o fez.

O frango cru, os alimentos congelados e a lagarta viva num prato de comida são alguns dos exemplos dados nos últimos tempos.

A imprensa nacional relatou esta semana o caso de duas jovens, de 18 e 16 anos, que foram suspensas por terem partilhado uma fotografia onde aparece apenas um pão e uma tigela de sopa, servido numa escola em Gaia.

Os pais das alunas estão revoltados com a situação e dizem não terem sido avisadas da situação, poderando assim avançar com uma queixa junto à Direção Regional de Educação do Norte.

As escolas defendem a decisão tomada contra as alunas usando um artido do Estatuto do Aluno onde diz que os estudantes estão proibidos de “captar sons ou imagens” em atividades letivas e não letivas sem a autorização de professores, diretores ou outro membro da escola.

A Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (Dgeste) recebeu, desde o início do ano letivo, que arrancou há um mês e meio, 70 queixas relativas a refeições escolares, revelou o Ministério da Educação (ME).

Em outubro houve 44 queixas e em setembro 36, a maioria por má qualidade e pouca quantidade de comida, além da falta de higiene e de pessoal não docente.

Escola de Oeiras serviu frango cru às crianças

A escola EB23 Noronha Feio, em Queijas, Oeiras, terá servido comida crua na cantina na passada segunda-feira, dia 16 de outubro.

A denúncia foi feita nas redes sociais, com a partilha de várias imagens em que é possível ver frango sem estar cozinhado, ainda em sangue.

A refeição – frango com arroz – estava mal confecionada e, em entrevista à TVI, Isabel Amaral Nunes, presidente da Associação de Pais da referida escola, afirmou tratar-se de uma “situação grave de saúde pública”. “Almoço escolar.

Tirem as ilações. Escola EB 2/3 Noronha Feio Lisboa”, pode ler-se na legenda de uma das imagens partilhadas sobre este caso. Esta publicação já teve mais de 11 mil partilhas e quase 600 reações no Facebook.

Este artigo foi publicado originalmente no Correio da Manhã

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