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Categories: Televisão
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05/02/2020 14:50

“Amor sem fim”: Ângela criou petição para conseguir engravidar do marido morto

“Amor sem fim” é a nova minissérie documental que promete agarrar os telespetadores ao ecrã. Os episódios começaram a ser transmitidos esta segunda-feira na TVI.

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Durante os quatro episódios, Alexandra Borges e Emanuel Monteiro contam a história de uma mulher que tenta engravidar do marido já falecido, mas que a lei não permite.

“Não é uma história trágica, é uma história de amor contada na primeira pessoa. Um amor raro, sem fim, daqueles à primeira vista que inspiram os melhores argumentos de filmes”, indica o canal em comunicado.

Ângela viu o marido partir. Hugo perdeu a luta contra um cancro com 29 anos, morte que lhes roubou o sonho de terem um filho.

“Ângela tinha 30 anos, Hugo apenas 28 quando as suas vidas se cruzaram. De uma paixão fugaz a um amor para sempre, o tempo foi curto e os planos, esses, inúmeros: o casamento, os filhos, as viagens. Porém, o tanto transformou-se em nada, no dia em que Hugo morreu. Hoje, com apenas 32 anos, Ângela torna pública a sua luta, numa corrida contra o tempo, para cumprir a última, e a grande promessa que fez ao marido: dar-lhe um filho”, avança a TVI.

Ângela apercebeu-se que a lei portuguesa não a permitia engravidar. Segundo a lei “não é lícito à mulher ser inseminada com sémen do falecido, ainda que este haja consentido no ato de inseminação”.

Agora o Hospital de São João prepara-se para descongelar o material biológico de Hugo. Ângela luta contra o tempo. Tem apenas 50 dias para levar o sémen do marido para uma clínica em Espanha onde pode tentar engravidar.

Perante esta dificuldade, Ângela criou uma petição pública online, já assinada até esta data, por mais de 7 mil pessoas.

Ângela pede ao Presidente da República que “seja discutido no Parlamento Português a Inseminação Artificial com sémen de cônjuge falecido”.

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