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06/02/2020 11:36

“Amor sem fim”: Cancro matou esperança de Hugo e Ângela serem pais

“Amor sem fim” é a nova minissérie documental que promete agarrar os telespetadores ao ecrã.

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Durante os quatro episódios, Alexandra Borges e Emanuel Monteiro contam a história de uma mulher que tenta engravidar do marido já falecido, mas que a lei não permite.

O terceiro episódio, transmitido esta quarta-feira, fala sobre a altura em que Hugo, com 28 anos, e com cancro no cólon, terminava os ciclos de quimioterapia.

Ângela e Hugo viviam apaixonados. Perante a possibilidade de ficar infértil no futuro, o jovem já tinha feito criopreservação de sémen, no Hospital de São João, no Porto.

O jovem casal decide avançar para o projeto da paternidade e os dois pedem à instituição para iniciar um processo de procriação medicamente assistida.

Segundo o relato de Ângela, os médicos garantiram que os dois tinham de tentar engravidar pelas “vias normais”. Só um ano depois, no fim de 2018, depois de várias tentativas e sem terem conseguido engravidar, é que iniciaram os tratamentos.

Nessa fase, Hugo recebeu a notícia que tinham sido detetadas metastizações nos brônquios, pulmões e cérebro. E o tempo começou a esgotar-se.

A primeira consulta foi em fevereiro de 2019, cinco meses depois de pedirem o inicio do tratamento.

Hugo piorou e acabou por morre a 25 de março, sem conseguir realizar o sonho de ter um filho de Ângela.

Ao longo do episódio percebe-se que a fatídica doença de Hugo e o atraso no processo de gravidez, esgotou as possibilidades do casal ter um filho em comum.

Ângela parte para aquela que seria a única solução. Usar o sémen preservado, mas apercebeu que a lei portuguesa não a permitia engravidar. Segundo a lei “não é lícito à mulher ser inseminada com sémen do falecido, ainda que este haja consentido no ato de inseminação”.

Agora o Hospital de São João prepara-se para descongelar o material biológico de Hugo. Ângela luta contra o tempo. Tem apenas 50 dias para levar o sémen do marido para uma clínica em Espanha onde pode tentar engravidar.

Perante esta dificuldade, Ângela criou uma petição pública online, já assinada por mais de 10 mil pessoas.

Ângela pede ao Presidente da República que “seja discutido no Parlamento Português a Inseminação Artificial com sémen de cônjuge falecido”.

A minissérie termina esta quinta-feira à noite, na TVI.

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