Arquivo Municipal de Lisboa inaugura novas exposições

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O Arquivo Municipal de Lisboa apresenta na próxima 5.ª feira, dia 27 de julho, pelas 19h00, nas suas instalações da Rua da Palma, 246, duas novas exposições: “Implosões, construções e demolições”, uma seleção de obras provenientes do seu acervo, e “Casa Aberta” de Henrique Neves, uma exposição que cria diálogos entre a fotografia, a arquitetura, a decoração e a arte contemporânea, questionando o modo como as diversas práticas e técnicas são vistas e valorizadas. Neste mesmo dia dá ainda início a um novo momento expositivo do ciclo [ANTE]câmara, que em 2017 está focado na fotografia de cena, agora dedicado à atriz Amélia Rey Colaço (1898-1990).

“Implosões, construções e demolições” traz a público uma seleção de obras de diversos autores como Wenceslau CifKa, José Bárcia, Eduardo Portugal, Paulo Catrica, Pedro Letria, entre outros, e abrange diferentes épocas de produção fotográfica e reflexão artística.

As imagens escolhidas revelam a construção, a demolição e a implosão de edifícios e outras estruturas em Lisboa, fixando momentos irrepetíveis destes processos. Na sua maioria documentam vários contextos da cidade onde estas ações são evidentes, testemunhando as variadíssimas transformações do espaço público e do património construído da capital.

Das muitas imagens existentes no acervo fotográfico do Arquivo Municipal de Lisboa, a curadora Sofia Castro, optou por apresentar algumas que conduziram a novas formas de viver, aceder, circular e usufruir a cidade, como por exemplo a demolição de um troço do Aqueduto das Águas Livres, a construção da Ponte sobre o Tejo, do Metropolitano ou dos novos estádios e a implosão das chaminés da Fábrica de Gás de Belém.

Também estão presentes dois momentos de reabilitação e regeneração de territórios, outrora periféricos, onde se instalaram as exposições do Mundo Português – 1940 e a EXPO’98, que manifestamente “expandiram” as vivências da cidade.

Sobre o mesmo tema e numa perspetiva contemporânea foi concebida, especificamente para a exposição, uma instalação sonora da autoria de Fernando Fadigas.

Henrique Neves apresenta em “Casa Aberta” peças ambíguas e contaminadas que misturam diversas técnicas, referências e materiais, como a costura, a fotografia de arquitetura, o design de interiores, livros, tecidos e estórias pessoais. “Casa Aberta” revela assim, através dos objetos e das suas relações e dinâmicas, o que permanece em arquivo e é celebrado e, por oposição, o que é excluído e esquecido.

Neste mesmo dia, o Arquivo Municipal de Lisboa | Fotográfico dá início a um segundo momento expositivo do ciclo [ANTE]câmara, dedicado este ano à fotografia de cena, e que traz agora a público fotografias da atriz Amélia Rey Colaço.

Amélia Rey Colaço (1898-1990) foi e é, uma referência para o teatro nacional pela longa carreira, empenho e dedicação à arte de representar em palco. A exposição com fotografias da coleção da família Rey Colaço, agora à guarda do Arquivo Municipal de Lisboa, apresenta imagens do convívio familiar, da preparação para a sua primeira representação teatral na peça “Marianela”, de 1917, e um pequeno conjunto de fotogramas do filme “O Primo Basílio”, de 1923.

Seguem em anexo algumas imagens que poderão ser utilizadas na divulgação. As legendas estão nos nomes das imagens, à exceção da fotografia de Amélia Rey Colaço (PTAMLSBARC000212) cuja legenda é Amélia Rey Colaço em preparação para a sua primeira interpretação teatral na peça Marianela Outubro de 1917​ e os créditos devem ser Arquivo Municipal de Lisboa.

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