Asfixia a mulher e esconde corpo em pinhal

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Durante anos, Olga Correia, de 48 anos, residente no concelho do Bombarral, suportou as violentas agressões do marido, Vítor Correia, de 49, sem nunca fazer queixa.

Na madrugada de quarta-feira, o agressor matou a mulher por asfixia, livrando-se depois do corpo num pinhal.

O casal, ambos desempregados, tem uma filha de 16 anos ausente no momento do homicídio. Quando se apercebeu de que tinha morto a companheira, Vítor Correia pegou no cadáver, colocou-o num carro, e conduziu cerca de 2 quilómetros até a um pinhal em Outeirinho da Rolinha, no concelho do Cadaval.

Abandonou o cadáver, que foi encontrado minutos depois de barriga para baixo, descalço, e usando um vestido.

Ao final da tarde de quarta-feira, e quando a Polícia Judiciária de Lisboa já tinha sido chamada pela GNR do Bombarral para investigar as suspeitas de homicídio do cadáver encontrado, Vítor Correia apresentou denúncia de desaparecimento da mulher.

Segundo fonte policial disse ao CM, o discurso do homem, de 49 anos, foi considerado muito confuso, tornando-se assim suspeito de crime.

Acabou por ser detido para interrogatório já na madrugada de quinta-feira, tornando–se o principal suspeito de ter morto a própria mulher.

Além do crime de homicídio, está indiciado por violência doméstica e profanação de cadáver. Estava, na tarde de sexta-feira, a ser interrogado por um juiz no Tribunal de Torres Vedras.

O funeral de Olga Correia realiza-se este domingo, no cemitério do Bombarral.

Este artigo foi publicado originalmente no Correio da Manhã

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