Barragens já estão acima da média

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As tempestades ‘Félix’ e ‘Gisele’ provocaram forte precipitação, em particular no Norte e Centro, o que levou a que, nestas regiões, o volume de armazenamento das barragens seja agora superior ao habitual para a época.

A sul do Tejo, embora tenha havido um acréscimo, na maioria das albufeiras ainda não foram alcançados os valores médios. Um caso expressivo verifica- -se em Castelo de Bode, no rio Zêzere.

A albufeira que abastece a área da Grande Lisboa registava, a 1 de março, 67,9% da capacidade máxima.

Ontem, chegava aos 87,4%, tendo sido realizadas descargas laterais para aliviar armazenamento. Tendo chovido mais em 15 dias do que é habitual durante todo o mês de março, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera estima que, nesta altura, tenham sido ultrapassadas as situações de seca severa e extrema que atingiam 84,5% do território no final de fevereiro.

O valor médio de precipitação em março a nível nacional é de 60 litros por metro quadrado, mas em algumas localidades chegaram a chover mais de 90 litros por metro quadrado no espaço de uma semana.

A situação não irá inverter-se a curto prazo, prevendo-se queda de chuva por mais dez dias.

Aviso da Proteção Civil

A Autoridade Nacional da Proteção Civil emitiu um aviso de agravamento do estado do tempo para hoje e amanhã, com previsão de chuva e vento forte.

Três veículos soterrados

Ficaram soterrados, ontem, 3 carros após ruir parte de um palácio devoluto em Vila Cova, Arganil. O imóvel tinha ardido a 15 de outubro de 2017.

Derrocada na Sertã

A Estrada Nacional 238, na Sertã, ficou, ontem, condicionada devido a uma derrocada provocada pela chuva intensa.

Resíduos no rio Tejo

O ministro do Ambiente, Matos Fernandes, negou ontem a colocação em áreas protegidas de resíduos retirados do rio Tejo.

Este artigo foi publicado originalmente no Correio da Manhã

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