Candidatos não chegam para as mais de três mil vagas de empregos de Natal

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As agências de trabalho temporário, as lojas de shoppings, e as grandes superfícies já estão à procura de colaboradores que irão ajudar os portugueses a escolher, pagar e embrulhar as prendas deste Natal.

A poucas semanas do boom da época de compras de Natal, há mais de três mil vagas em aberto para Lisboa, Porto e Algarve, junto de empresas como a Addeco, a Randstad e a Egor, mas também do El Corte Inglès e dos centros comerciais geridos pela CBRE (Alma, Alameda, Nosso, Fórum Aveiro e Torre Shopping), faltando ainda dados das superfícies da Sonae, que ainda não tinha estes dados disponíveis.

Só que “os candidatos disponíveis para trabalhar nestes empregos temporários continuarão a ser insuficientes para preencher o número de vagas”, garante Amândio da Fonseca, administrador do Grupo Egor.

Nesta época, as empresas chegam a reforçar os quadros de pessoal em 50% para enfrentar as esperadas “enchentes” de clientes, acrescenta. Os últimos três meses do ano representam, normalmente, 40% da faturação das empresas de comércio a retalho.

E, neste ano, essa percentagem pode crescer, dado que os dias de calor e de sol fora de época têm prejudicado o negócio.

A falta de chuva também tem diminuído o número de visitantes dos centros comerciais e “secou” os negócios do comércio, atrasando, por sua vez, os pedidos de reforços de Natal.

“Aguardamos ainda a adjudicação de propostas a clientes que reforçam habitualmente nas épocas festivas os pedidos de trabalhadores temporários e que só devem surgir na próxima semana”, adianta ainda Amândio da Fonseca, calculando possuir, hoje, cerca de 300 vagas em aberto só para funções de operadores de loja, promotores, auxiliares de embalagem, motoristas, pessoal para catering, entre outras.

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