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Centenas no último adeus a militar da GNR atropelada na A1

Nuno André Ferreira

Era uma pessoa doce, mas forte, determinada e sempre disposta a ajudar os outros. E talvez tenha sido isso que a levou a entrar para a GNR”, disse ao Correio da Manhã uma amiga de Vânia Martins, a cabo da GNR de 31 anos que esta sexta-feira foi a sepultar, em Moitas, Proença-a-Nova.

A militar foi a segunda vítima mortal de um acidente na A1, entre Santarém e Torres Novas, a 7 de julho. Um carro em excesso de velocidade abalroou a viatura de serviço onde Vânia Martins se encontrava acompanhada por Carlos Pereira, de 27 anos. Os dois guardas do Destacamento de Trânsito de Santarém foram transportados para o hospital em estado crítico e acabariam por não resistir aos ferimentos.

Mais de 300 pessoas assistiram esta sexta-feira ao funeral de Vânia Martins, que morreu na segunda-feira após quase uma semana em coma no Hospital de S. José, em Lisboa. A cerimónia decorreu na terra natal da militar e contou com a participação do ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita. Esta sexta-feira, na Igreja das Moitas, onde tiveram lugar as cerimónias fúnebres, a GNR colocou altifalantes no adro para que a multidão que compareceu pudesse acompanhar a missa na rua.

Este artigo foi publicado originalmente no Correio da Manhã

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