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07/02/2020 11:21

China investiga morte de médico que deu alerta para coronavírus

As autoridades chinesas vão abrir um inquérito sobre a morte do médico Li Wenliang, o primeiro a alertar, em dezembro do ano passado, para o novo coronavírus na China.

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O médico de 34 anos foi contagiado por um doente infetado, ficou em estado crítico e acabou por morrer esta quinta-feira, num hospital de Wuhan.

O órgão do Partido Comunista Chinês anunciou em comunicado que vai enviar uma equipa a Wuhan, “para realizar um inquérito exaustivo sobres as circunstâncias relativas ao caso do médico Li Wenliang, tal como foram referidas pelas massas”.

A confirmação da morte foi dada nas redes sociais pelo hospital de Wuhan. Li Wenliang foi “infelizmente contaminado durante o combate à epidemia de pneumonia do novo coronavírus”.

Denunciante do coronavírus, o “símbolo da luta contra o silêncio do Governo”

Li Wenliang, um oftalmologista de Wuhan, que enviou uma mensagem no dia 30 de dezembro aos ex-alunos, alertando que havia sete doentes em isolamento no departamento de oftalmologia do seu hospital.

Li Wenliang enviou uma mensagem pelo WeChat ao seu grupo de ex-alunos da escola de medicina, alertando-os para o perigo do vírus e para que protegessem as famílias.

A conversa tornou-se pública e Li foi chamado pelos superiores do hospital. A 3 de Janeiro foi chamado para responder na justiça, por espalhar boatos online.

Na semana passada, o Supremo Tribunal Popular da China acabou por dar razão a Li.

O oftalmologista é já apelidado como herói nacional, tornando-se num símbolo contra o silêncio do Governo.

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