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Covid-19: Catarina Martins defende que se oiça o país na resposta à crise

Lisboa, 22 mai 2020 (Lusa) — A coordenadora do BE, Catarina Martins, defendeu hoje que “é preciso ouvir o país”, ter solidariedade e empatia na construção das respostas à crise, assegurando que nas negociações mais complicadas nunca “faltaram nervos de aço” aos bloquistas.

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Em declarações aos jornalistas no final de uma visita a uma cantina escolar que, com o encerramento das escolas, passou a confecionar comida para distribuir a quem foi afetado pela crise, Catarina Martins foi questionada sobre as notícias que deram conta que o líder do PS, António Costa, na Comissão Política da última noite, pediu “nervos de aço” aos socialistas na fase da retoma.

“As pessoas conhecem o Bloco de Esquerda e sabem que nos momentos mais difíceis nunca nos faltaram nervos de aço. Já tivemos muitas negociações complicadas. O que eu queria dizer é que mais do que pensarmos, naturalmente, nos projetos diferentes e nas dificuldades negociais, olharmos para o país”, defendeu.

A líder do BE citou precisamente aquilo que a responsável por esta resposta social de distribuição de alimentos da Câmara de Lisboa, Ana Leal, lhe transmitiu, ou seja, que “está a aprender todos os dias, com a crise, a alterar a resposta”.

“Aqui há uma coisa muito importante que é ouvir o país e ter empatia, compreender que esta crise afetou qualquer pessoa. Qualquer um de nós pode ser afetado com esta violência por esta crise”, apelou.

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Para Catarina Martins, em todas as respostas à crise que forem construídas, “é preciso ouvir o país, ter uma solidariedade e ter uma empatia necessária”.

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