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Covid-19: Fundação José Saramago reabre ao público no dia 18 com novo horário

Lisboa, 12 mai 2020 (Lusa) — A Fundação José Saramago (FJS) reabre ao público na próxima segunda-feira, depois de ter estado encerrada devido à pandemia de covid-19, com um horário mais reduzido, a manter pelo menos até ao final do mês, anunciou hoje a fundação.

Após ter fechado portas devido às medidas de contingência impostas para se evitar a propagação da covid-19, a Fundação José Saramago vota a abrir ao público no dia 18 de maio, duas semanas após o fim do estado de emergência, com um novo horário, que passa a ser das 11:00 às 17:00, ou seja, abre uma hora mais tarde e encerra uma hora mais cedo do que o seu horário habitual.

Esta reabertura significa que a exposição permanente, a loja/livraria e os restantes espaços da Casa dos Bicos voltam a estar disponíveis para visitas, embora ainda sem atividades programadas, informa a fundação na sua página oficial.

A programação regular de atividades “será retomada em breve”, mas ainda não há data definitiva, acrescenta.

A reabertura da fundação ao público será acompanhada pela adoção de “todas as medidas de saúde recomendadas pelas autoridades sanitárias”, para que os visitantes e também os trabalhadores da FJS estejam em segurança.

Portugal entrou no dia 03 de maio em situação de calamidade devido à pandemia, depois de três períodos consecutivos em estado de emergência desde 19 de março.

Esta nova fase de combate à covid-19 prevê o confinamento obrigatório para pessoas doentes e em vigilância ativa, o dever geral de recolhimento domiciliário e o uso obrigatório de máscaras ou viseiras em transportes públicos, serviços de atendimento ao público, escolas e estabelecimentos comerciais.

Até hoje, Portugal contabiliza 1.163 mortos associados à covid-19 em 27.913 casos confirmados de infeção, segundo o mais recente boletim diário da Direção-Geral da Saúde.

A nível global estão contabilizados mais de 286 mil mortos e mais de 4,1 milhões de infetados em todo o mundo.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Face a uma diminuição de novos doentes e contágios, vários países começaram a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos a aliviar diversas medidas.

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