Empresa prepara Passagem de Ano com “sexo ilimitado com 60 mulheres”

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A empresa Good Girls deu que falar em todo o Mundo ao abrir um resort de luxo único em Cartagena, na Colômbia, em que cada hóspede tem direito a pelo menos uma acompanhante de luxo durante a estadia, 24 horas por dia.

Ainda, o resort de sexo Good Girls faz as delícias dos hóspedes habituais ao organizar orgias em alto mar, a bordo de luxuosos iates, regadas a champanhe e com dezenas de mulheres à disposição dos clientes.

Agora, para as festas do Fim de Ano, quer repetir a fórmula de sucesso. A estadia de uma noite neste exclusivo resort fica a 500 euros (sem refeições), com direito a uma ‘good girl’.

Os pacotes ‘Bronze’, ‘Silver’ e ‘Gold’ incluem a estadia em regime de tudo incluído, com direito a uma ‘good girl’ “à sua disposição 24 horas por dias.

Nos últimos dois pacotes tem ainda direito a divertir-se com mais uma acompanhante em passeios de sonho a cavalo, de helicóptero e iate, entre outras regalias.

Com todos estes luxos os preços podem chegar aos 1200 euros por noite. Durante o verão a Good Girls organizou luxuosas festas em iates na costa colombiana a partir de 1000 euros e foram um sucesso.

Agora a empresa quer revolucionar o mercado e está a preparar “um Réveillion de sonho, com sexo ilimitado com 60 mulheres e muito champanhe”.

Os eventos “Sex Island” começam já uma fase de ‘teste’ entre 24 e 27 de novembro e oferecem três noites numa ilha privada com 60 mulheres, todas as refeições e bebidas incluídas, transportes e um ambiente “que permite o consumo de drogas”.

Só estão disponíveis 30 bilhetes, a 4500 euros cada um, mas a empresa acredita no sucesso do evento, ponderando até duplicar o número de bilhetes disponíveis para a Passagem de Ano.

No entanto, os eventos não estão a agradar às autoridades colombianas, que acusam os organizadores de promoverem a prostituição e o consumo e tráfico de drogas e já ameaçaram que podem tomar medidas, como a deportação de todos os hóspedes.

Ainda assim a Good Girls assegura que os eventos se vão manter.

Este artigo foi publicado originalmente no Correio da Manhã

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