Freira radical “preferiu a morte a ter de renunciar aos votos religiosos”

A freira Antónia Pinho, de 61 anos, foi encontrada morta numa casa, ao início da tarde do passado domingo, na Rua da Arrifana, em S. João da Madeira.

Suspeita-se que tenha sido asfixiada, com recurso ao golpe mata-leão, por recusar ter sexo.

Já depois de morta, o homem de 45 anos, toxicodependente e cadastrado, violou a freira.

Esta quarta-feira realizaram-se as cerimónias fúnebres na igreja de São João da Madeira.

“A irmã Tona preferiu a morte a ter de renunciar aos seus votos religiosos”, disse emocionado o monsenhor Amaury Medina Blanco, representante do Papa em Portugal, cita o Correio da Manhã.

Manuel Linda, bispo do Porto, leu uma mensagem durante as cerimónias, onde considerou que se trata “de um momento de consternação” de uma morte provocada por “um crime hediondo”.

“Devemos agradecer o dom inestimável da vida da ‘Tona’”.

O homem cadastrado tinha um mandado de detenção pendente. Alfredo Santos atraiu a freira à sua casa, onde cometeu o crime.

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