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Histórico dirigente do STAL Francisco Braz morreu hoje aos 70 anos

Lisboa, 19 ago 2020 (Lusa) — O histórico dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) Francisco Braz morreu hoje de madrugada, aos 70 anos, no Hospital Militar de Lisboa, vítima de paragem cardíaca, anunciou o STAL.

Francisco Braz foi Presidente da Direção Nacional do STAL entre 1989 e 2015 e ocupava, desde 2016, o cargo de presidente da Mesa da Assembleia Geral do sindicato.

Numa nota, na qual endereça “sentidas condolências” à família, camaradas e amigos, a direção nacional do STAL realçou “o importante contributo pessoal de Francisco Braz, o seu empenho e dedicação na defesa dos direitos e interesses dos trabalhadores da Administração Local, no reforço e crescimento do Sindicato e de todo o movimento sindical unitário, destacando também a sua intensa participação cívica em várias organizações sociais”.

Segundo o STAL, o dirigente começou a sua carreira de sindicalista em 1984, altura em que foi eleito delegado sindical nos Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento de Loures, atuais SIMAR, onde era chefe dos serviços de limpeza.

Entre 1986 e 1988 integrou a Direção Regional de Lisboa do sindicato.

Atualmente integrava também o Conselho Geral e de Supervisão da ADSE, enquanto representante eleito pelos beneficiários em 2017, numa lista dos sindicatos da Frente Comum.

Era ainda membro do Comité Executivo da EPSU — Federação Europeia dos Serviços Públicos, filiada na Confederação Europeia de Sindicatos (CES).

“Ao longo de mais de três décadas de atividade sindical, foi membro do Conselho Nacional da CGTP-IN e da sua Comissão Executiva (entre 1989 e 2012), assim como de várias estruturas sindicais europeias, designadamente da extinta União Europeia dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (UEFPC/EULAS)”, salientou o STAL.

Francisco Braz foi ainda membro da direção da ADFA – Associação Nacional dos Deficientes das Forças Armadas, do Fórum do Cidadão, do Conselho Superior da Administração e Função Pública e do Conselho Superior de Saúde e Segurança no Trabalho na Administração Pública.

Como militante do PCP, foi candidato à Assembleia da República nas eleições legislativas de 2009 pelo Círculo Eleitoral de Lisboa.

 

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