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14/01/2020 16:59

Homem asfixia mãe e coloca-a em cadeira de rodas para simular morte natural

António Santos, de 66 anos, suspeito de ter asfixiado a mãe de 94 anos, provocando-lhe a morte, começou a ser ouvido em tribunal.

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Indiciado por homicídio qualificado, o homem garante que não assassinou a mãe.

“Não matei a minha mãe. Passei a noite toda junto a ela a ver se dizia alguma coisa.”, disse.

O caso remonta à madrugada de 24 de junho de 2018. António terá feito pressão no pescoço da idosa e depois de morta, colocou a vítima numa cadeira de rodas para “criar uma aparência de morte natural”.

A autópsia revelou que a causa de morte foi “asfixia por compressão no pescoço”. O homem acabou por ser o principal suspeito e foi detido em dezembro desse ano.

Ao juiz conta que acordou a meio da noite e encontrou a mãe caída, justificando as nódoas negras encontradas no corpo. Depois sentou-a na cadeira de rodas junto à lareira.

“Se tinha nódoas negras, eram das quedas que a minha mãe dava. Nos últimos tempos, caía muitas vezes”.

“Ela estava viva. Não falava, mas mexia os olhos”, referiu. António acrescentou ainda que na altura ligou a uma vizinha enfermeira, que lhe disse para “telefonar para o INEM”.

Quando as equipas de socorro chegaram ao local, Maria Filomena já se encontrava em paragem cardiorrespiratória. O óbito acabou por ser declarado ainda no local.

O julgamento está a decorrer. A próxima sessão está marcada para o dia 23 de janeiro e será ouvida a médica-legista responsável pela autópsia.

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