Identificada bactéria que matou menina de sete anos na Maia

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A morte de uma menina de sete anos, na Maia, aluna no Centro Escolar da Gandra, foi provocada por uma infeção bacteriana que “terá sido contraída a partir de uma fonte alimentar”.

A Autoridade de Saúde já confirmou que se tratou da bactéria “Escherichia coli”, revelou em comunicado a Direção-geral de Veterinária, descartando que se tenha tratado de “contágio a partir de um hamster”.

A morte desta criança, aluna do Centro Escolar da Gandra, levou na sexta-feira o diretor do Agrupamento de Escolas de Águas Santas, na Maia, a divulgar aos encarregados de educação dos alunos do pré-escolar e do 1.ª ciclo daquela escola uma série de medidas de proteção, recomendadas pelo ACES Maia/Valongo.

A nota informativa da escola que dá conta da morte de uma aluna daquele Centro Escolar, a que a Lusa teve acesso, refere que “as principais medidas de proteção recomendadas são cuidados habituais de higiene pessoal e alimentar, comuns a outras infeções transmitidas pelos alimentos (incluindo a água) e por via fecal-oral”.

Não consumir leite ou seus derivados não pasteurizados, não consumir carne ou peixe mal cozinhados, evitando especialmente os produtos elaborados a partir de carne picada, de que são exemplos os hambúrgueres, almôndegas ou similares, e lavar cuidadosamente a fruta e os vegetais são algumas recomendações expressas.

É também referido que se deve “prevenir a contaminação cruzada, não utilizando, na preparação, os mesmos utensílios para diferentes alimentos”, bem como que se deve “separar os alimentos crus dos cozinhados”.

Na nota, que também foi dada a conhecer ao pessoal docente e não docente da escola, o diretor fala ainda no “afastamento do local de trabalho de qualquer manipulador de alimentos que apresente sintomas da doença”, bem como de qualquer aluno, docente ou não docente que apresente também os sintomas, sem, no entanto, especificar quais são.

Este artigo foi publicado originalmente no Jornal de Notícias

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