Juncker homenageia Costa, que “endireitou e restaurou” as finanças públicas portuguesas

Detectamos que usa um AdBlock

Utilizamos anúncios para ajudar a manter o nosso site, considere desativar o AdBlock (bloqueador de anúncios) no nosso site para poder ver os conteúdos.

Os nossos anúncios não são intrusivos!

Jean-Claude Jucker está em Portugal para participar no Conselho de Estado a convite de Marcelo Rebelo de Sousa, mas os elogios foram para António Costa e o Governo português.

Em jeito de homenagem, o presidente da Comissão Europeia fez questão de ressalvar “o desempenho extraordinário” dos últimos Executivos, que conseguiram passar de um défice orçamental de 11,6% para um défice de 1,4% até ao final de 2017.

“Quero aqui homenagear o Governo de António [Costa] por ter endireitado e restaurado a situação das finanças públicas portuguesas”, disse Juncker em declarações aos jornalistas à chegada a Belém, onde teve a seu lado Marcelo Rebelo de Sousa.

Na terça-feira segue para Coimbra na companhia do primeiro-ministro. “Iremos falar do Orçamento [do Estado] português que não coloca grandes problemas”. Juncker veio a Portugal para participar no Conselho de Estado, esta segunda-feira, a convite do Presidente da República.

“É uma honra pois sei que raramente os não portugueses são convidados para estas reuniões”, considerou.

Num país que é seu amigo — “Estar aqui não é estar no estrangeiro porque venho do Luxemburgo, onde 20% da população é portuguesa”, disse —, o presidente da Comissão Europeia deixou algumas palavras a propósito dos incêndios em Portugal, assegurando que Bruxelas está a “ rever todos os mecanismos de proteção civil na Europa”.

“Gostaria de exprimir as minhas condolências a todas as famílias, homens, mulheres e crianças vítimas desta catástrofe natural, que me toca pessoalmente porque um dos concidadãos da minha aldeia perdeu a vida nos incêndios aqui em Portugal.

Faremos tudo para demonstrar a solidariedade da Europa para com Portugal, a pedido do primeiro-ministro, com quem contactei logo após o início dos incêndios”, disse Juncker.

Este artigo foi publicado originalmente no Expresso

Recomendado pelo Informa+

Qual a sua opinião?