“Lamentável e repugnante”. Seguranças afastados após agressões brutais

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A administração da discoteca Urban Beach, em Lisboa, garante que já tomou medidas para “afastar de imediato” os seguranças que foram responsáveis pelas agressões a dois jovens, filmadas na madrugada de quarta-feira à porta da discoteca.

Em declarações ao Público, Paulo Dâmaso, o presidente do Conselho de Administração do Grupo K, que detém a Urban Beach, afirmou que a situação é “lamentável e repugnante”, frisando que os seguranças são contratados através de uma empresa privada e que as agressões aconteceram já depois de o estabelecimento encerrar.

“Não é importante o que antecedeu as agressões, nada justifica, o que é importante é ressalvar que é uma atitude que lamentamos profundamente”, disse Paulo Dâmaso, apresentado desculpas aos visados pelas agressões.

O DN sabe que o grupo que faz segurança na Urban é a PSG – Segurança Privada.

PSP está a investigar as agressões que ocorreram na madrugada do dia 1 de novembro junto à discoteca, confirmou ao DN fonte das autoridades.

O vídeo das agressões começou esta quinta-feira, dia 2, a circular nas redes sociais, e foi inclusivamente partilhado por figuras públicas no Facebook. Foi o caso da atriz Jéssica Athayde, que o publicou com as frases: “Isto é o Urban em Lisboa. Acham isto aceitável? Partilhem este vídeo. E já agora, lembrem-se que cada vez que frequentarem este sítio estão a contribuir para que este tipo de situações continuem. Urban Beach – Santos”.

Os agressores serão dos seguranças da discoteca Urban Beach, que atingem dois jovens que, segundo as imagens – veja o vídeo mais abaixo – mais abaixo não oferecem resistência.

Não é a primeira vez que a discoteca Urban Beach está envolvida em polémica. Em junho deste ano, sabia-se que a Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial (CICDI) já tinha recebido pelo menos quatro queixas de discriminação racial na discoteca.

Em 2014, o atleta Nelson Évora escreveu nas redes sociais que lhe tinha sido negada entrada no estabelecimento por haver “demasiados pretos no grupo”.

Veja o vídeo das agressões. (Advertimos que as imagens podem chocar os leitores)

Este artigo foi publicado originalmente no Diário de Notícias

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