Madrasta matou o pequeno Gabriel em ato de raiva: “Tapei-lhe a boca com a mão…Só queria que se calasse…”

Ana Julia Quesada começou a ser julgada pelo homicídio do enteado Gabriel, de oito anos.

O menino foi encontrado morto na bagageira do carro em que seguia a madrasta. A mulher sufocou a criança, num ato de raiva, depois de Gabriel lhe ter chamado “negra feia”.

Em tribunal confessou o crime.

“Tapei-lhe a boca com a mão e não me lembro de mais nada. Só queria que se calasse, não queria matá-lo”.

Ana Julia Quesada disse que a morte foi “um acidente” e declarou-se “inocente” do crime de homicídio premeditado.

Segundo o advogado da família de Gabriel, Ana Julia Quezado deixou o menino a agonizar “entre 45 a 90 minutos depois de lhe ter desferido os primeiros golpes”.

De seguida asfixiou o menino, garantiu o advogado Francisco Torres, afirmando ainda que Gabriel podia ter sido salvo “com apenas uma chamada para os serviços de urgência”.

O caso que chocou Espanha aconteceu no final de fevereiro do ano passado.

Na altura, Gabriel foi dado como desaparecido junto à casa da avó, em Almería.

Foi levado por Ana Julia até uma quinta isolada da família, onde foi assassinado e enterrado.

A madrasta chegou a participar nas buscas e a deixar pistas falsas. Acabou por ser apanhada em flagrante quando decidiu mudar o corpo do menino de local.

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