Mãe de Angélico acusa donos do stand: “Têm problemas de consciência porque o carro estava em más condições…”

Filomena Vieira, mãe do falecido ator Angélico Vieira, prestou declarações esta terça-feira no tribunal de Matosinhos, relativamente ao processo desencadeado devido ao BMW 635 envolvido no acidente na A1, em 2011.

Em causa estão os crimes de abuso de confiança qualificada e falsificação de documentos agravada, traduzidos na falsificação do contrato de compra e venda do BMW 635, por parte dos donos do ‘stand’ da Póvoa de Varzim.

A mãe do cantor insiste que o automóvel era de um ‘stand’ da Póvoa de Varzim e estava a mau estado.

Segundo Filomena, o dono do stand nunca quis receber a indemnização pela destruição do carro “porque tinha problemas de consciência, uma vez que o carro estava em más condições”.

“Ou então eu também teria de pedir o meu filho de volta”, acrescentou Filomena.

Dono do stand e ex-mulher falsificaram contrato de compra e venda

A propriedade do BMW 635 envolvido no acidente continua envolvida em polémica.

O Ministério Público defende que o responsável pelo stand e a ex-mulher forjaram o contrato de compra e venda do carro ‘à posteriori’, para se eximirem a responsabilidades criminais.

Filomena Vieira acusa ainda os donos do stand de ficarem com outros carros que eram do cantor.

Ator Angélico Vieira morre na sequência de trágico acidente

O cantor e ator Angélico Vieira morreu no Hospital de Santo Antonio, no Porto, a 28 de Junho de 2011, dias após o acidente que ocorreu na A1, em Estarreja.

O acidente vitimou ainda o amigo Hélio Filipe e ferimentos nas ocupantes Armanda Leite e Hugo Pinto.

As autoridades concluíram que a viatura se despistou na sequência do rebentamento de um pneu.

Dados indicam que a viatura seguia a uma velocidade entre 206,81 e 237,30 quilómetros por hora.

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