“Mãe Leoa” que matou violador da filha à facada não vai ser julgada

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Uma mulher sul-africana que matou um homem à facada e feriu outros dois, por estarem a violar a filha, não vai enfrentar acusações criminais.

A mulher de 56 anos, que é apelidada pela imprensa sul-africana de “Mãe Leoa”, descobriu que a filha, de 27 anos, estava a ser violada e correu durante três quilómetros com uma faca na mão até chegar ao local onde o crime estaria a decorrer, depois de não ter conseguido contactar a polícia.

Quando chegou ao local, na província de Cabo Oriental, viu os três homens a atacar a filha e esfaqueou-os até que parassem, tendo matado um deles. Na altura, a dois de setembro, a polícia deteve a mulher e acusou-a de homicídio e de duas tentativas de homicídio.

O caso teve grande destaque nos média do país, até que no último domingo a procuradoria nacional decidiu não levar o caso a tribunal, por não estarem reunidas as condições para uma condenação, revelou um porta-voz da instituição.

Para preparar qualquer eventualidade, nas redes sociais já estava montada uma campanha de angariação de fundos para ajudar a mulher, que não foi identificada, com as despesas legais.

No domingo, à saída da audição em que as acusações foram arquivadas, uma multidão esperava a mulher para a saudar, revela o jornal britânico “Independent”.

Os dois homens que sobreviveram estão acusados de violação e vão comparecer em tribunal na próxima semana.

Este artigo foi publicado originalmente no Jornal de Notícias

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