Mulher morre ‘cozinhada viva’ num spa

Detectamos que usa um AdBlock

Utilizamos anúncios para ajudar a manter o nosso site, considere desativar o AdBlock (bloqueador de anúncios) no nosso site para poder ver os conteúdos.

Os nossos anúncios não são intrusivos!

Uma mãe morreu durante uma ‘sessão de transpiração’ num spa no Quebec, no Canadá.

A mulher morreu ‘cozinhada viva’ num tratamento que evolvia ficar coberta de lama, enrolada em papel celofane e com uma caixa na cabeça, durante nove horas.

Segundo os media britânicos, Chantal Lavigne morreu algumas horas depois da sessão de desintoxicação chamada ‘morrer em consciência’ .

A causa da morte foi hipertermia, já que o corpo esteve sempre a uma temperatura de 40,5°C e o normal é estar entre os 36 e os 37°C. Um médico legista disse que Chantal passou por um processo semelhante ao de ser ‘cozinhada viva’.

Os responsáveis pelo spa em Quebec, no Canadá, foram considerados culpados de negligência criminal, em 2014.

Gabrielle Frechette, gerente do centro de tratamentos, foi condenada a três anos de pena de prisão, enquanto os seus assistentes, Ginette Duclos e Gerald Fontaine, foram punidos com dois anos de prisão.

Os arguidos recorreram da sentença e, na sexta-feira, perderam. A pena de prisão mantém-se.

Este artigo foi publicado originalmente no Correio da Manhã

Recomendado pelo Informa+

Qual a sua opinião?