Neto mata avó de 94 anos à facada

Detectamos que usa um AdBlock

Utilizamos anúncios para ajudar a manter o nosso site, considere desativar o AdBlock (bloqueador de anúncios) no nosso site para poder ver os conteúdos.

Os nossos anúncios não são intrusivos!

Uma idosa de 94 anos foi violentamente esfaqueada pelo próprio neto quando estava num lar em Essex, no Reino Unido.
Ruby Wilson foi atacada com golpes no pescoço e teve morte imediata.

O suspeito, neto da vítima, é Antony Jennings, de 32 anos. Os motivos que levaram o homem a cometer o crime ainda não foram revelados.

Há três anos que Ruby vivia naquele lar com o marido Leslie, de 95 anos. Os dois tinham celebrado há poucos dias o 75.º aniversário de casamento.

Os antigos vizinhos do casal e a comunidade local mostram-se chocados com a violência do crime. “Era pessoas doces e amigáveis. Eram conhecidos pelo bairro inteiro e falavam a toda a gente.

Não consigo imaginar alguém querer fazer-lhe algo assim tão cruel”, comentou ao The Sun George Brunswick, de 58 anos, antigo vizinho de Ruby e Antony.

Irene, amiga de Ruby, admite que ainda nem consegue acreditar. “É muito difícil de perceber uma coisa assim. Estou arrasada. Ela era tão querida. Trabalhou muitos anos como costureira.

Nos as duas passávamos o dia inteiro a falar. O marido era mais reservado, mas muito simpático. Nem imagino o estado em que estará. Conheci-os aqui no bairro, há mais de 40 anos. Não acredito que isto tenha acontecido”, comentou.

Em comunicado, a família recordou a avó Ruby com saudade. “Nós amávamos a Ruby e ela vai ser sempre lembrada pelo seu amor pelo croché, costura e pelo bingo.Era uma mulher doce e muito criativa.

Era ela que juntava toda a família e amava todos os netos, bisnetos e trinetos do fundo do seu coração. E amava tanto o marido. Ela e o Leslie estiveram juntos 75 anos e foram sempre felizes.

Todos os anos ela cantava para ele. Vamos sentir tanto a falta dela, todos nós”, lê-se no documento escrito pela família de Ruby.

O suspeito encontra-se detido a aguardar julgamento.

Este artigo foi publicado originalmente no Correio da Manhã

Qual a sua opinião?