Novo relatório revela níveis elevados de monóxido de carbono no corpo de Emiliano Sala

Emiliano Sala, jogador argentino, que morreu no passado dia 21 de janeiro, vítima de uma queda de avião no Canal da Mancha, estava exposto a níveis elevados de monóxido de carbono na aeronave.

Segundo um relatório da entidade que investiga acidente aéreos – Air Accidents Investigation Branch – os testes de toxicologia feitos ao corpo de Sala detetaram uma concentração elevada de monóxido de carbono no sangue do futebolista.

Os níveis tão elevados podiam ter deixado o jogador inconsciente ou ter-lhe provocado um ataque cardíaco.

O responsável pela investigação, Geraint Herbert, acredita que o jogador e o piloto David Ibbotson foram expostos ao gás antes do avião cair.

O corpo do piloto continua desaparecido, mas é “provável” que apresente os mesmos níveis de monóxido de carbono.

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