Ocupação dos hotéis cresce para 79% em outubro, preço médio/quarto ocupado sobe para 90 euros

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Os estabelecimentos hoteleiros registaram em outubro um crescimento de 2,1 pontos percentuais na ocupação, para 79%, e uma subida de 15% no preço médio por quarto ocupado (ARR), para 90 euros, face ao mês homólogo, anunciou a AHP.

Já o preço médio por quarto disponível (REVPAR) subiu 18% para 71 euros, também face a outubro de 2016, anunciou hoje a Associação de Hotelaria de Portugal (AHP).

Lisboa e o Grande Porto registaram a maior taxa de ocupação, que se fixou em 92% e 87% em outubro, bem como o valor mais elevado de REVPAR, de 119 euros e de 74 euros, respetivamente.

A Madeira foi o terceiro destino com a maior taxa de ocupação, de 84%, embora tenha sofrido um decréscimo de 4,4 pontos percentuais face ao mês homólogo devido aos “ventos que condicionaram a operação no aeroporto Cristiano Ronaldo no início de outubro e que obrigaram ao cancelamento de vários voos”, explica a associação.

Já o Estoril registou o terceiro valor mais alto por quarto disponível, de 70 euros, enquanto na Madeira este preço situou-se em outubro nos 61 euros.

O destino turístico Leiria/Fátima/Templários registou a subida mais elevada no preço médio por quarto disponível (mais 47%), seguido da Costa Azul (mais 29%) e das Beiras (mais 26%).

A receita média por turista no hotel aumentou 8% face a outubro de 2016, fixando-se nos 129 euros. Na análise por destinos turísticos, Lisboa é o destino que mais cresceu, com mais 24%, seguido dos Açores com mais 22% e de Leiria/Fátima/Templários com mais 18%.

A estada média fixou-se nos 1,95 dias, menos 1% do que em igual período do ano anterior. Madeira (5,40 dias), Açores (3,22 dias) e Algarve (2,86 dias) foram os destinos turísticos com os valores mais elevados. Por sua vez, a Madeira e o Algarve registaram uma queda homóloga de 10% e 3%, respetivamente.

Para a presidente executiva da AHP, Cristina Siza Vieira, “outubro foi globalmente bom para a hotelaria nacional” e a análise “permite registar com grande satisfação que, apesar dos incêndios, os destinos do centro do país (…) continuam na rota ascendente de afirmação, tendo a hotelaria local registado o segundo maior crescimento a nível nacional” na taxa de ocupação.

A responsável salienta que “com muito espaço para crescer” ficou a região do Alentejo e que apesar de “as grandes cidades terem sido as campeãs dos resultados absolutos, esta procura por outras regiões está a mostrar que a aposta na diversificação está a ganhar terreno.”

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