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“Ouvi a voz da Joana a pedir socorro”: o relato do Dux João Gouveia sobre a noite fatídica no Meco

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O julgamento do processo cível em que as famílias dos seis jovens que morreram durante uma praxe na praia do Meco em 2013 reclamam indemnizações no valor global de 1,3 milhões de euros, arrancou esta terça-feira no Tribunal de Setúbal.

A defesa das famílias dos jovens, que responsabilizam João Gouveia pela tragédia, sustenta que, “além da intervenção dos réus – o ‘dux’ João Gouveia e a COFAC – Cooperativa de Formação e Animação Cultural, CRL (Universidade Lusófona) -, estão em causa o funcionamento da organização denominada COPA [Comissão Oficial de Praxes Académicas] no seio da ULHT [Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias] e atividades praxistas levadas a cabo ao longo dos anos”.

Para a defesa, estão também em causa as atividades praxistas levadas a cabo por João Gouveia durante o fim de semana de 13 e 14 de dezembro de 2013, que culminaram com a morte dos seis jovens, bem como os “elevados danos sofridos” pelos seus pais

Este artigo foi publicado originalmente no Correio da Manhã

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