Pedófilo colocado em liberdade volta a violar três menores

O pedófilo de Ponta Delgada, conhecido por Farfalha, voltou a violar três menores, desde que se encontra em liberdade. José Augusto Pavão, agora 52 anos, teve um passado marcado pelo caso de pedofilia, no início deste século.

Participava num esquema de abuso sexual de menores, muitos consumados na garagem de que era proprietário. Foi condenado a 14 anos de prisão em 2005. Depois de cumprir cinco sextos da pena, em 2013, Farfalha saiu em liberdade, como conta o Correio da Manhã.

Agora, o Ministério Público de Ponta Delgada voltou a acusá-lo de três crimes de violação de menores, um crime de coação sexual de menor, dois crimes de recurso à prostituição de menores e um crime de tráfico de estupefacientes agravado.

As vítimas são jovens rapazes da ilha de São Miguel, que foram seduzidos com droga, dinheiro ou a troco de aparelhos eletrónicos.

“Em 9 de Abril de 2019, o Ministério Público (secção de Ponta Delgada do DIAP) deduziu acusação contra um indivíduo de 52 anos, natural e residente no concelho de Lagoa, ilha de São Miguel, imputando-lhe a prática de três crimes de violação de menores, um crime de coação sexual de menor, dois crimes de recurso à prostituição de menores e um crime de tráfico de estupefacientes agravado”, lê-se num comunicado da Procuradoria do Ministério Público da Comarca dos Açores.

Segundo a página na internet da Procuradoria da República da Comarca dos Açores, “os factos remontam ao ano de 2017, altura em que os três ofendidos tinham menos de 18 anos de idade”.

“O arguido, que se encontra aposentado por invalidez, fora condenado, em 2005, pelo Tribunal Judicial de Ponta Delgada pela prática de vários crimes de abuso sexual de crianças, de abuso sexual de adolescentes, de violação e de atos exibicionistas, na pena única de prisão de 14 anos, a qual cumpriu, tendo saído em liberdade condicional em 2013”, lê-se.

O ex-pintor da construção civil continua a viver no concelho de Lagoa, na ilha de São Miguel, e está em liberdade, apesar da investigação de que foi alvo.

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