Pedófilo tenta convencer pai a violar filha de quatro meses

Detectamos que usa um AdBlock

Utilizamos anúncios para ajudar a manter o nosso site, considere desativar o AdBlock (bloqueador de anúncios) no nosso site para poder ver os conteúdos.

Os nossos anúncios não são intrusivos!

Um homem de 31 anos foi preso por pedir a um polícia – que fingiu ter uma filha de quatro meses – para filmar a bebé a ser violada.

A ideia era que o pedófilo pudesse assistir a tudo online. O caso aconteceu em Nuneaton, Warkwickshire, em Inglaterra.

Segundo a imprensa britânica, Nathan Potter foi encontrado por um polícia não-identificado quando este estava a investigar uma sala de conversações online, suspeita de ser lugar de passagem de vídeos de abusos sexuais de menores.

O agente viu uns comentários suspeitos da parte de Potter, e resolveu fazer-se passar por pai de uma bebé de quatro meses. O pedófilo pediu-lhe para tirar a fralda da bebé e abusar sexualmente dela, para que ele pudesse assistir a tudo online.

A polícia encontrou o homem e descobriu no seu computador mais de 270 imagens de crianças abusadas sexualmente.

Potter declarou-se culpado de tentar encorajar o abuso sexual de uma criança de 13 anos, e admitiu possuir imagens indecentes de menores. O pedófilo foi condenado a uma pena e prisão de 16 meses, na quinta-feira.

O homem foi também condenado a registar-se como agressor sexual por um período indeterminado, mas por um mínimo de dez anos, e ficou sujeito a um pedido de prevenção de danos sexuais até novo aviso.

“Eu vejo-me absolutamente incapaz de suspender a sentença. Você estava envolvido numa conversação na internet, com a intenção de que uma criança de quatro meses fosse violada”, afirmou o juiz Andrew Lockhart.

“Havia uma série de imagens que foram apagadas, mas eram tão depravadas que mostravam o abuso sexual das crianças envolvidas”, acrescentou.

Colin Charvill, advogado de defesa de Potter, admitiu que a tentativa do cliente de incentivar o abuso de um bebé “é completamente depravada”. “Ele está arrependido e disse que este tipo de comportamento não se voltará a repetir”, declarou Charvill.

O advogado contou ao tribunal que na altura em que os crimes foram cometidos, o homem estava de relações cortadas com a família, o que perturbava a sua saúde mental.

Charvill, quando estava a pedir pena suspensa ao juiz, garantiu que Potter se tinha reconciliado com a família, arranjado emprego, estava a receber apoio psicológico e frequentava cursos para resolver os problemas comportamentais.

Este artigo foi publicado originalmente no Correio da Manhã

Qual a sua opinião?