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08/02/2020 10:59

PSD/Congresso: Trabalhos recomeçaram às 10:50 em Viana do Castelo

Por Lusa

Viana do Castelo, 08 fev 2020 (Lusa) – Os trabalhos do 38.º Congresso do PSD recomeçaram às 10:50 de hoje no Centro Cultural de Viana do Castelo com menos de metade dos lugares da sala ocupados.

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O segundo dos três dias de trabalhos vai ser dedicado ao debate e votação da moção de estratégia global do presidente do PSD, Rui Rio, bem como das 13 propostas setoriais.

As listas aos órgãos nacionais do PSD terão de ser entregues até as 19:00 de hoje, dia em que também se esperam as intervenções dos candidatos derrotados nas últimas diretas, Luís Montenegro e Miguel Pinto Luz.

A votação das moções de estratégia global e temáticas está marcada para 23:00.

Quando o presidente do congresso, Paulo Mota Pinto, deu por iniciados os trabalhos havia mais de 100 inscritos para discursar.

O primeiro dia do Congresso do PSD, que decorre em Viana do Castelo até domingo, arrancou com o discurso inaugural do líder reeleito Rui Rio, que apontou as autárquicas como principal prioridade do novo mandato e prometeu que a escolha dos candidatos obedecerá a critérios de competência e não de fação partidária.

“A escolha de um autarca não é a escolha de um amigo nem a do líder de uma qualquer fação partidária. Ela tem de ser ditada com base em critérios de competências, dedicação e de credibilidade. Temos, em 2021, de recuperar o terreno perdido em 2013 e em 2017. Recuperar presidências de câmara, mas também de vereadores e eleitos de freguesia”, definiu como meta.

Rio retomou no discurso outros temas que têm sido também uma constante nas suas intervenções: a recusa em fazer uma oposição de “bota-abaixo” – defendendo que foi esse caminho que evitou a maioria absoluta do PS e impediu o PSD de ter uma quebra como a do CDS – e a reafirmação do posicionamento ao centro.

“Uma coisa é o PSD conseguir ser o líder de uma opção à direita da maioria de esquerda que nos tem governado, outra, completamente diferente, é sermos nós próprios a direita”, avisou.

Os críticos internos também não foram esquecidos, com Rio a avisar que o partido “não é uma agência de amigos” e não é “com guerrilhas” que o PSD reconquistará a confiança dos portugueses.

Os dois adversários derrotados das últimas diretas não quiseram comentar na sexta-feira a intervenção do líder, remetendo para as intervenções que farão hoje perante o Congresso.

Na noite de sexta-feira, foi ainda feita a apresentação das 13 moções temáticas, perante uma sala que nesse período esteve sempre meio vazia e sem grande entusiasmo.

Hoje, os trabalhos ficarão também marcados pela apresentação das listas aos órgãos nacionais, faltando conhecer o grau de renovação que Rui Rio vai fazer na sua direção.

Tal como há dois anos, deverá ser o próprio presidente do PSD a anunciar as suas escolhas ao Congresso.

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