PSP adota medidas de segurança devido a eventos, mas nega “identificação de risco” terrorista

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O porta-voz da direção nacional da PSP assegurou hoje que “não há identificação de qualquer risco ou ameaça terrorista” em Portugal, apesar de medidas preventivas adotadas devido a eventos de verão que se realizam este fim-de-semana.

“Da parte da PSP, não há identificação de qualquer risco ou ameaça em termos de terrorismo”, disse à agência Lusa o Intendente Hugo Palma.

Segundo o mesmo responsável, o que aconteceu foi que a direção nacional da PSP decidiu “reforçar, a nível nacional, a atenção para as medidas preventivas nessa matéria”, tendo em vista alguns eventos que se realizam durante o próximo fim-de-semana.

“Aproxima-se um fim de semana com muitos eventos”, observou Hugo Palma, sublinhando que as medidas preventivas prevêem o alargamento dos perímetros de segurança em redor dos acontecimentos, com colocação de barreiras específicas.

O porta-voz da PSP diz que “não surgiu nada de novo” e que o objetivo é “recentrar a atividade policial” nos locais onde existe maior concentração de pessoas, nesta fase final do verão, altura do ano em que também são reforçadas o patrulhamento e a fiscalização rodoviária em todo o país.

Além das medidas referidas e do policiamento de segurança mais visível nesses eventos, estarão no terreno “equipas à civil” da PSP.

Ao final da manhã de hoje, a Secretária-Geral do Sistema de Segurança Interna garantiu que Portugal não alterou o grau de ameaça terrorista e que este mantém-se em “grau moderado”.

“Portugal não alterou o grau de ameaça, que se mantém em grau moderado”, informou em comunicado o serviço dirigido por Helena Fazenda.

A Secretária-Geral do Sistema de Segurança Interna informou ainda que “todas as forças e serviços de segurança que integram a Unidade de Coordenação Antiterrorismo estão a trabalhar em completa articulação e em cooperação com as suas congéneres, acompanhando o contexto internacional no âmbito da ameaça terrorista”.

Contactada pela agência Lusa, Helena Fazenda explicou que o comunicado foi emitido porque estavam a circular “rumores” sobre a subida dos níveis de alerta contra o terrorismo em Portugal.

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