Rita Pereira sem rodeios: «Os pais têm de fazer o que as mães fazem»

Rita Pereira marcou presença, esta sexta-feira, dia 12 de julho, no festival NOS Alive e revela, em exclusivo, ao site da revista Maria, que, apesar de ter sido mãe há sete meses, não deixa de ir aos festivais de verão.

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A atriz começou por falar dos cuidados de beleza que tem nestes dias de festivais e revela como gere a nova agenda, agora com um filho de sete meses.

Numa conversa descontraída, Rita acaba por confidenciar que o companheiro, Guillaume Lalung, é um apoio importantíssimo nesta nova fase em que tem de conciliar a vida profissional e social com a maternidade.

Que cuidados de beleza tem quando vem a um festival?

«Uso uma maquilhagem muito simples, sem pós, tudo em cremes. Uso sempre batom porque quando uso uma maquilhagem simples, gosto de usar um batom mais carregado, com mais cor.»

E que cuidados tem com o cabelo?

«Quanto ao cabelo, uso-o mais vezes ‘preso’ do que solto porque os festivais têm sempre muito pó. Hoje, nem sequer sequei o cabelo, está ‘meio’ molhado. Saí do banho diretamente para aqui. Não sou uma pessoa muito preocupada. Acho que não há nenhuma figura pública que venha para um trabalho com a imprensa de cabelo molhado (risos)».

É sempre, assim, descontraída no dia a dia?

Sou. Se não tenho tempo, não faço. Hoje, por exemplo, tive que dar um biberão e não tive tempo de secar o cabelo.

Faz questão de ir a todos os festivais?

«Não sou nada festivaleira mas gosto de ‘bons cartazes’. Este ano, por exemmplo, acho que vou a todos os festivais mas só vou ver um cantor e venho embora. Se houver dois cantores seguidos de que eu goste – o que é muito raro – também posso ficar. Ainda agora fui ao NOS Primavera Sound e fui dois dias seguidos porque o cartaz tinha vários cantores de que eu gostava. Aqui [NOS Alive], ontem, já vim ver a Jorja Smith que eu amo. Vim cá e fui-me embora. Portanto, sou muito assim… Não sou aquela pessoa que fica das quatro da tarde às quatro da manhã. Nem pensar.»

Como está a gerir esta nova fase como mãe? É possível ir a um festival com um filho bebé?

«Sim porque o bebé tem um pai que não ajuda, ‘faz’ também. Os pais não têm de ajudar as mães, os pais têm de fazer o que as mães fazem porque as crianças são filhas da mãe e do pai. Não há que passar a imagem de que o pai ajuda, o pai também faz. É o que as novas gerações devem fazer.»

Estes momentos de descontração são importantes nesta nova rotina?

«Sem dúvida. Ele [Guillaume Lalung] esteve agora em Marbella, cinco dias, com os amigos e eu estive cá sozinha com o Lonô e, hoje, enquanto eu estou aqui no festival a trabalhar, ele está com o Lonô. Estamos um para o outro, sempre.»

Publicado originalmente em: Maria

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