Rosa Grilo mantém tese dos angolanos e contradiz resultados da autópsia

Rosa Grilo e António Joaquim começam a ser julgados pelo homicídio do triatleta Luís Grilo, esta terça-feira, no tribunal de Loures.

O futuro da viúva e do amante está nas mãos de um homem e seis mulheres, três delas chamadas para ajudar os juízes, também eles três mulheres, a decidir sobre a culpa da morte de Luís Grilo.

Rosa Grilo falou em tribunal. A viúva mantém a versão de que o marido foi assassinado, por três angolanos, por estar envolvido no tráfico de diamantes, conta o Correio da Manhã.

A viúva do triatleta afirma que o Luís Grilo foi baleado duas vezes na cabeça mas os resultados da autópsia só provaram que foi atingido uma vez.

As incongruências levaram a juíza a pedir à viúva que respeitasse o tribunal.

Questionado pela juíza, Rosa Grilo confirmou a relação extraconjugal que mantinha com António Joaquim. Disse desconhecer se essa relação era do conhecimento do marido.

Contradições irritam juíza

O depoimento da empregada de limpeza de Rosa Grilo também levantou algumas contradições.

Rosa dizia que o marido dormia no quarto dela mas a empregada nega.

A empregada garantiu que no quarto nunca viu roupa de Luís Miguel Grilo e que a única coisa que costumava ver era o pijama do filho Renato.

A mulher diz ainda que faltam três tapetes no quarto e o colchão que podem ter desaparecido para apagar vestígios.

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