Segurança privado apanhado com 90 quilos de droga no Porto

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O indivíduo detido na quarta-feira pela PSP do Porto no âmbito de uma investigação de violência doméstica é português, segurança privado no desemprego e tinha numa das quatro casas investigadas quase 90 quilos de estupefacientes.

O comissário Afonso Sousa, do comando distrital da PSP relatou em detalhe a operação que, resultante de uma denúncia de violência doméstica, acabou com a descoberta de “89 quilos de haxixe, 200 gramas de anfetaminas, 75 gramas de cocaína e alguma heroína” para além de “uma quantidade não muito relevante de dinheiro”.

Sem especificar o local, o comissário confirmou que a operação decorreu no “município do Porto” e que o detido “é português, do sexo masculino, de 44 anos, segurança privado no desemprego, com antecedentes criminais e policiais”.

“Foi uma situação gerada pela denúncia de um caso de violência doméstica e, no âmbito das diligências iniciais, percebeu-se que poderia haver ali, por parte do suspeito, a prática de outros ilícitos”, descreveu o comissário, que falava à margem da exibição, por aquela força policial, do material apreendido nas buscas.

Na operação policial, acrescentou, “foram feitas quatro buscas domiciliárias e uma não domiciliária e executado um mandado de detenção, fora do flagrante delito, para o principal suspeito”, relatou Afonso Sousa.

Para além dos estupefacientes e do dinheiro foram ainda descobertos no local “alguns objetos normalmente utilizados no tratamento, corte e preparação do produto estupefaciente para ser colocado à venda para o consumidor final”.

Intervieram na operação elementos da Divisão Criminal da PSP do Porto e da Unidade Especial de Polícia.

“Todas as quatro buscas domiciliárias foram relacionadas com o suspeito que utilizava uma dessas quatro para depósito dos estupefacientes”, e que, não sendo naquela onde residia, aparenta “tratar-se de um caso de abuso, sem o conhecimento do proprietário que a alugava”.

Confirmando ter sido efetuada apenas uma detenção sem apreensão de armas, o comissário remeteu para a investigação ainda em curso a probabilidade deste atuar sozinho ou em rede.

Este artigo foi publicado originalmente no Jornal de Notícias

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