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Seis realizadores recebem 2,5 ME do ICA para primeiras longas-metragens de ficção

Lisboa, 10 fev 2020 (Lusa) – Seis realizadores, entre os quais Gabriel Abrantes e Leonor Teles, vão repartir 2,5 milhões de euros de apoio à produção de primeiras longas-metragens de ficção, revelou o Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA).

O concurso é referente a 2019, tem um montante total de 2,5 milhões de euros e contempla apoio à produção de realizadores que se estreiem nas longas-metragens de ficção ou que tenham feito apenas um filme neste formato.

De acordo com deliberação da direção do ICA, de quinta-feira passada, Gabriel Abrantes é contemplado com 500 mil euros para a produção de “Mamã”, a primeira longa-metragem de ficção que assinará em nome próprio, depois de ter feito vários filmes correalizados com outros realizadores, entre os quais Daniel Schmidt e Benjamin Crotty.

Leonor Teles, autora de três curtas e da longa documental “Terra Franca”, receberá 500 mil euros para a produção “Uk Kei”, enquanto Cláudia Varejão ficará com igual valor para “Lobo e cão”, que sucederá ao documentário “Ama San”.

Telmo Churro, que tem trabalhado sobretudo como argumentista e montador, sendo autor de uma curta-metragem, “Rei inútil” (2013), prepara a primeira longa-metragem, intitulada “Índia”, que contará com 500 mil euros de apoio do ICA.

Com 250 mil euros cada, por terem sido classificados como “projetos de baixo investimento”, serão ainda apoiados “Légua”, da realizadora e produtora Filipa Reis – que tem trabalhado em parceria com João Miller Guerra -, e “O Bêbado”, de André Marques, autor de mais de uma dezena de curtas-metragens.

Segundo o ICA, a este apoio financeiro foram submetidas 70 candidaturas de realizadores como José Barahona, Rui Simões, André Godinho, Anna de Palma, João Maia, Clara Jost, Pedro Peralta e Leonor Noivo.

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