Sócrates tem cinco dias para dizer se aceita guardar coleção de arte

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No penúltimo parágrafo do despacho de abertura de instrução da Operação Marquês o juiz Ivo Rosa concorda com a pretensão do Ministério Público de entregar a José Sócrates um conjunto de dez quadros apreendidos quando o ex-primeiro-ministro foi preso.

O principal arguido do processo tem agora cinco dias para dizer se aceita ou não ficar como fiel depositário de uma coleção que disse sempre não ser sua. A notícia do Observador já foi confirmada pelo Expresso.

Os quadros foram comprados com cheques passados por Carlos Santos Silva, também arguido no processo, mas o Ministério Público sustenta que o dinheiro era, na verdade, de José Sócrates.

Em entrevista à RTP, Sócrates explicou que trocou “Salomé”, de Júlio Pomar, com Santos Silva por oito quadros “mais pequenos”. E garante que não é dono dos outros nove quadros, que incluem uma obra de Almada Negreiros

Parte da coleção foi apreendida na casa da empregada doméstica da mãe de Sócrates.

Este artigo foi publicado originalmente no Expresso

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