Tempestades agora têm nome, depois da Ana virá o Bruno

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Este fim de semana muito se falou na tempestade Ana, a primeira intempérie a ser “batizada” em Portugal, à semelhança do que acontece com as denominações dadas aos furacões.

Apenas terão “nome próprio” as tempestades mais violentas, que possam provocar um grande impacto sobre pessoas e bens em Portugal, Espanha e França, com base num acordo estabelecido entre o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e os congéneres de Espanha (Aemet) e França (Météo-France) e que entrou em vigor no passado dia 1.

Ana foi o primeiro nome escolhido para a tempestade que, neste fim de semana, causou um morto, cinco feridos ligeiros e 13 desalojados, em mais de três mil ocorrências registadas em Portugal, nomeadamente 1997 quedas de árvore, 370 inundações e 632 quedas de estruturas.

Quando um dos três serviços meteorológicos – IPMA, Aemet ou Météo-France – ativar um aviso laranja ou vermelho devido à aproximação de uma tempestade deverá denominar o fenómeno de acordo com uma lista pré-definida.

Para esta temporada 2017/2018 os nomes já estão escolhidos: Ana-Bruno-Carmen-David-Emma-Felix-Gisele-Hugo-Irene-Jose-Katia-Leo-Marina-Nuno-Olivia-Pierre-Rosa-Samuel-Telma-Vasco-Wiam.

Este sistema de atribuição de nomes foi implementado na Irlanda e Reino Unido nas épocas 2015/2016 e 2016/2017. Verificou-se que a população se mostrou mais atenta às recomendações de segurança quando os alertas estavam associados a um nome específico.

Este artigo foi publicado originalmente no Jornal de Notícias

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