Vende fotocópias da lotaria a GNR

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Um homem de 49 anos apregoava bem alto, a plenos pulmões, a sorte grande numa avenida da cidade de Seia.

A tática usada tinha como objetivo atrair apostadores a comprar cautelas da Lotaria Clássica da Santa Casa da Misericórdia.

Na realidade as cautelas eram fotocópias das originais.

Na rua passava um militar da GNR à civil, atraído pelo apregoar do falso vendedor. O militar apercebeu-se de que o homem estava a tentar vender-lhe fotocópias da Lotaria Clássica e deteve-o em flagrante.

O caso ocorreu durante a tarde de segunda-feira.

O esquema engendrado pelo falso vendedor foi desmanchado quase por acaso pela GNR, através do militar à civil do posto de Seia, que verificou que o homem estava a vender fotocópias da Lotaria a troco de cinco euros.

Acabou detido pelo crime de burla.

O militar apreendeu-lhe ainda oito cautelas. O suspeito, que é reincidente neste tipo de crime, já foi presente a um juiz no Tribunal de Seia e vai aguardar o desfecho do processo com termo de identidade e residência.

Ao CM, o gabinete de relações- públicas da GNR da Guarda não especificou há quanto tempo o homem se dedicava a este tipo de crime. Contudo, deixou o alerta para o crime de burla, mais comum nesta altura de Natal e Passagem de Ano.

Pediu ainda atenção redobrada às pessoas que compram cautelas e raspadinhas para verificarem a veracidade das mesmas e assim não se deixarem enganar.

O crime de burla é um dos que mais preocupam a GNR em todo o País.

Só no distrito da Guarda, desde o início do ano até agora, a Guarda Nacional Republicana registou 96 casos de burla. Um dos que mais têm crescido é o crime por burla informática.

Isso deve-se ao facto do aumento de compras online, nas quais os vendedores entregam produtos diferentes daqueles que publicitam.

Este artigo foi publicado originalmente no Correio da Manhã

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