Vive com duas namoradas mas faz todas as tarefas domésticas

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Joseph Freeney, de 20 anos, vive o sonho de muitos homens: tem duas namoradas e vive um pleno triângulo amoroso, ou seja, as duas namoradas do inglês, Katie e Clare, também namoram uma com a outra.

O jovem, que vive com as duas raparigas em North Yorks, no Reino Unido, assume-se feliz, mas ressalva que este tipo de relação “implica muito trabalho”, até porque é ele que está encarregue de todas as tarefas domésticas.

Joseph, estudante, começou a namorar com Katie, de 22 anos, em janeiro do ano passado. Os dois conheceram depois Clare, de 21 anos, num grupo de encenações medievais em que participam e foi amor, dos dois pela jovem, à primeira vista.

O casal perguntou a Clare se não se queria juntar à relação e esta aceitou. Os três são há quase um ano um casal poliamoroso.

“Eu amo estas duas mulheres e elas amam-se uma à outra, é o encaixe perfeito. Há muita gente que acha isto estranho, mas o certo é que resulta e é a relação mais saudável que alguma vez tive.

Todos temos plena confiança uns nos outros e há algo na dinâmica a três que torna tudo mais apaixonado e intenso”, garante Joseph. Ainda que assuma que os amigos têm inveja da relação, ele faz questão de lembrar que os presentes são sempre a dobrar nas épocas especiais e que é ele que trata de todas as tarefas domésticas em casa. “Dá muito trabalho, mas é muito gratificante”, assegura o inglês.

Opinião igual tem Clare, que inicialmente não esperava lidar tão bem com eventuais ciúmes. “Uma relação poliamorosa dá mais trabalho, até psicológico, do que uma relação monogâmica.

Há mais sentimentos a ter em causa, mais horários para conciliar e mais planeamento de encontros e saídas. Tinha tido casos de uma noite e relações duradouras, mas isto é completamente diferente. Conhecer os parceiros a fundo é a chave para uma relação. E eu conheço-os tão bem. São pessoas lindas, por dentro e por fora, e isso torna o “s e x o” o melhor que já tive” assegura a jovem.

Os três elementos do casal estudam Física na Universidade de Leeds e todos concordam que nunca foram tão felizes e asseguram que nunca há crises de ciúmes. As discussões só ocorrem quando é hora de deitar: a cama que partilham é pequena para três pessoas e há sempre disputas (amigáveis) pelos cobertores.

Este artigo foi publicado originalmente no Correio da Manhã

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